Dica de filme: As Pontes de Madison
- Enzo Pellegrino

- há 1 dia
- 2 min de leitura

Hoje a dica de filme é para quem gosta daqueles romances de chorar até o “zóio" cair da cara. Vivendo uma vida pacata na fazenda da família, a dona de casa Francesca Johnson (Meryl Streep ❤️, que mulher!) é a imagem perfeita da mulher “bela, recatada e do lar” 🙄, inserida na sociedade conservadora do Estado de Iowa, onde a mulher tinha que reprimir seus desejos e fantasias (qualquer semelhança com Brasil, 2019…). Tudo muda, no entanto, quando sua família vai viajar e, sozinha, conhece um fotógrafo da National Geographic chamado Robert Kincaid (Clint Eastwood ❤️, que homem!), que a vê de forma totalmente diferente: forte, interessante e sensual.
O filme é um baita de um romance até pra quem não é muito chegado em obras do gênero, mas o que há de interessante nela que se mostra relacionado ao mundo jurídico? Adultério? (RIP) Divórcio? Dá para relacionar, claro, mas a discussão é outra. A história do amor proibido vivido pela mãe só é descoberta pelos filhos após o seu falecimento, quando encontram diversas cartas e diários dela em um antigo baú. E aí vem a questão jurídica: fosse uma história verídica e os filhos quisessem divulgá-la ao público, poderiam? Quem é, de fato, o dono das cartas?
Duvido que alguém que não seja do mundo jurídico pensou ou pensará isso ao assistir ao filme, mas é um tema realmente interessante. Se sua mãe pegar suas cartinhas de amor escondidas embaixo do travesseiro (P.S.: jovens, escrevam cartas, mas apenas se o amor for real oficial, porque carta é um negócio que vão achar que Romeu encarnou em você, ok?), ela pode mandar pro grupo da família no Whatsapp? Ou então publicá-las no Facebook e desgraçar terrivelmente e sem remédio a sua vida, meu jovem?
Preparem o lencinho e a pipoca, assistam aí a essa maravilha e em breve terá post novo por aqui respondendo a todas essas questões (enquanto isso, por via das dúvidas, procure um lugar melhor para esconder as correspondências secretas).




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