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  • Foto do escritor: Vinny Pellegrino
    Vinny Pellegrino
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Confira a dica!



Tecnicamente, cooperativa é uma associação autônoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio de uma organização de propriedade coletiva e democraticamente gerida.


"Oi?


Vamos ao exemplo que facilita: suponhamos que você tem um sítio e planta um pouco de milho. Você começou plantando para você só, mas começou a sobrar cada vez mais e você vende o excedente. Você é um pequeno produtor, não tem muito milho para vender e não consegue bons preços por isso. Também não consegue negociar os preços dos insumos que precisa para o plantio porque é pequeno, as compras são pequenas, ai sua força para negociar não é lá aquelas coisas.


Só que seus vizinhos também plantam milho. Opa! 💡


Sozinho você é muito pequeno, mas e se vocês se juntarem? Pois é! Juntos, vocês têm bastante milho para vender, comprarão mais adubo, mais sementes, enfim. Juntos vocês terão força para negociar preços melhores com os fornecedores e com os compradores.


A ideia da cooperativa é justamente essa. Ninguém é obrigado a participar de uma (por isso ela é voluntária), não há número máximo de participantes, todos têm os mesmos interesses e poderão ter as mesmas vantagens e farão parte da administração de forma democrática.


“Nossa, odiei, achei muito comunista, tá frequentando qual universidade federal pra querer essa balbúrdia?”


Então, se você achou isso, pense que pode rolar cooperativa de crédito também, como a SICOOB e a SICRED (verdadeiros bancos cheios da grana), e cooperativas entre grandes produtores, como a Frimesa e a Copersucar, formando algo que beira a verdadeiros cartéis legalizados (😳🤭🙄), ai você pode dormir tranqüilo sem achar que começou a achar Marx gatinho 😸.


  • Foto do escritor: Vinny Pellegrino
    Vinny Pellegrino
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

E ai galera, hacker aqui! (tá na moda, né?).


Falando sério, se liga nessa! A lei n. 13.709 de 14 de agosto de 2018, também conhecida como LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), regulamenta o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade das pessoas.


Oi?


Então, sabe aquele papo de “nossa, internet é terra de ninguém” e aquele rolão que as empresas fazem com bancos de dados e que permite que qualquer empresinha X encontre seu telefone quando você ainda nem saiu da loja da VIVO ou da TIM? Pois é, a ideia é não ser mais terra de ninguém e “resolver issaê”.


O fim buscado é o respeito à PRIVACIDADE das pessoas e dar a elas mais controle sobre seus dados pessoais. Vai ser fácil? Vai não. Os desafios serão enormes para as empresas, mesmo a lei sendo bastante rígida. Vai valer a pena? Então, esperamos que sim, ela foi inspirada no GDPR, regulamento europeu e não dá mais para esconder o problema embaixo do tapete.


Vai valer quando? Inicialmente, determinou-se que ela entraria em vigor 18 meses depois de sua promulgação mas, dentre as inúmeras mudanças antes desse prazo, a Medida Provisória n. 869/18 alterou esse prazo para 24 meses, ou seja, entrará em vigor (salvo algumas exceções previstas) apenas no segundo semestre de 2020.


Até sua entrada em vigor, ou seja, nos próximos meses, daremos mais dicas e explicações sobre a LGPD por aqui, com vídeos, inclusive! Fiquem ligados! 😉


  • Foto do escritor: Enzo Pellegrino
    Enzo Pellegrino
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura


Filme: Giant Little Ones

Ano: 2018


Demorou um pouquinho, mas ainda dá tempo da dica de filme para o final de semana! 😉


Nesses dias de “doutrinação gayzista” (inserir meme), nossa dica é esse baita filme canadense que conta a história de Franky Winter (Josh Wiggins), um jovem ainda no colégio, que certo dia acaba tendo relações sexuais com seu melhor amigo, Ballas Kohl (Darren Mann), após uma bebedeira. A partir dai, tudo muda na vida dos jovens, amigos que sempre estiveram entre os mais populares do ensino médio: estrelas do time de natação, uma infinidade de amigos, altas festas e um monte de garotas correndo atrás, a típica “adolescência perfeita”. 


O mais interessante da obra (brilhantemente dirigida por Keith Behrman) é a abordagem: o garoto, ao se relacionar sexualmente com o melhor amigo, automaticamente pode ser definido como homossexual ainda que continue saindo com garotas e possa se tratar de uma experiência única, que jamais se repetirá? Ou pode apenas ter vivido uma experiência com uma pessoa que ama, sendo homem ou mulher?


Tudo se torna ainda mais interessante porque o pai de Franky separou-se de sua mãe justamente ao se descobrir e assumir como homossexual, o que veio a abalar profundamente seu relacionamento com o filho (por motivo de preconceito). Após a relação sexual com o melhor amigo, no entanto, o protagonista terá que se olhar no espelho e rever o julgamento e o relacionamento com o genitor, até então rompido quase que por completo.


Excelente filme sobre autoconhecimento, amadurecimento e para refletirmos sobre nossa estranha mania de rotular pessoas e relações. A aceitação de si mesmo, especialmente na adolescência, é um tema extremamente pontual, visto que, infelizmente, tem crescido o número de suicídios motivados por essa dificuldade dos jovens homossexuais em se aceitar diante de uma sociedade ainda tão preconceituosa.


Nesse mês tão marcante para a comunidade LGBTQ+, é uma boa pedida para entendermos e respeitarmos o que realmente importa: o amor sem rótulos.


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