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  • Foto do escritor: Enzo Pellegrino
    Enzo Pellegrino
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Willem Dafoe em uma atuação digna da genialidade de Van Gogh



Filme: No Portal da Eternidade

Ano: 2018


Saindo um pouco das indicações jurídicas, hoje recomendamos a cinebiografia (diretor: Julian Schnabel) do lendário pintor holandês Vincent Van Gogh (Willem Dafoe), obra diferente das biografias que costumeiramente fazem sobre grandes nomes de nossa história.


Na verdade, o filme é uma experiência única para quem aprecia experiências sensitivas complexas. A própria filmagem, aliada à trilha sonora e à variação das cores de acordo com o estado de espírito do pintor, nos insere no protagonista e nos faz ver mais do ser humano por trás do hoje consagrado artista, tudo, claro, em meio a uma grande interação com a natureza e sob a permanente influência da luz solar, o que se reflete em seus quadros.


Ao retratar um homem complexo e com uma estilística tão diferente do que se valorizava à época (“nascido em uma época errada, com o dom de pintar para quem ainda não nasceu”), o diretor proporciona uma discussão também sobre o preconceito que existe contra os artistas, especialmente em relação à saúde mental, já que se pensa que a arte é sempre uma consequência dela, e nesse caso é justamente o contrário, pois serve para amenizá-la, para manter os pensamentos no lugar.


Em tempos tão sombrios de retrocesso, com o fortalecimento da ideia de que “artista é vagabundo”, com tantos papos absurdos e inverdades difundidas sobre a “Lei Rouanet” e com tanta gente borbulhando ódio para justificar internamente o medo daquilo que não se entende, a sensação é de que parece ser normal nascer na época errada: Van Gogh pintava para o futuro, enquanto tantos outros, hoje, vivem e gritam para o passado.


  • Foto do escritor: Enzo Pellegrino
    Enzo Pellegrino
  • 14 de jan. de 2019
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 15 horas

Criando um filho em meio às turbulências do fim de um relacionamento



Ano de lançamento: 1979

Vencedor do Oscar de melhor filme em 1980.


Sinopse: Ted Kramer (Dustin Hoffman) é um profissional para quem o trabalho vem antes da família. Joanna (Meryl Streep), sua esposa, após 7 anos de casamento, não consegue mais suportar sua tristeza e vai embora para outra cidade para tentar se encontrar e ser alguém além de uma dona de casa, deixando para trás também o filho, Billy (Justin Henry), que fica sob os cuidados do pai.

Quando Ted consegue finalmente ajustar seu trabalho às novas responsabilidades, intensificando os laços com o filho (que passa a ser prioridade em sua vida, diga-se), Joanna reaparece exigindo a guarda da criança. Ted não aceita e os dois vão para o tribunal lutar pela custódia do garoto.


Trata-se de um filme que retrata uma situação corriqueira em nossa sociedade: a discussão entre pai e mãe sobre a custódia (guarda) do(s) filho(s). Embora a briga judicial se passe em um tribunal dos Estados Unidos, os termos são muito parecidos, cabendo a um juiz a decisão sobre quem é melhor capacitado para cuidar do menor após análise de um conjunto de fatores, tais como renda, tempo disponível, histórico de conduta, etc.


O espectador pode assistir com perfeição os vínculos que o filho tem com ambos os pais e como o atrito do casal pode refletir diretamente no comportamento e na saúde emocional da criança, que ama os dois e não deve, de maneira alguma, ser colocada em uma posição de ter que escolher apenas um deles.


Além disso, a obra mostra como pode ser pesada uma discussão judicial sobre guarda/custódia de um menor, bem como a importância de os pais evitarem a alienação parental e de terem sempre em mente o princípio do melhor interesse da criança e do adolescente, principal instituto do nosso Estatuto da Criança e do Adolescente.


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