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  • Foto do escritor: Enzo Pellegrino
    Enzo Pellegrino
  • 29 de abr. de 2019
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 2 dias

Hoje é dia de anime!



Filme: Mirai

Ano: 2018


Sinopse: O pequeno Oota Kun é um menino extremamente feliz ao lado dos pais e do cachorro, mas tudo muda com a chegada de Mirai (em japonês, significa “futuro”), sua nova irmãzinha. Sentindo-se destronado devido ao ciúmes, muda drasticamente seu comportamento, mas encontra, no próprio quintal, um mundo fantástico que o levará a conhecer melhor a si mesmo e a sua família.

Se você gosta de animações orientais ou da temática familiar, não pode perder Mirai. Se gosta dos dois, pode parar aí o que estiver fazendo e já dar uma conferida. Perde tempo não!


Embora não trate especificamente de um tema jurídico, o assunto tratado pelo filme é essencial para nossa vida e gera incontáveis problemas que podem, no fim das contas, assumir aspecto relevante no mundo do Direito: o amadurecimento infantil e as relações familiares. Também podemos notar as dificuldades encontradas pelos pais para conciliar paternidade e trabalho, e como é importante que o homem seja realmente homem e contribua efetivamente na criação dos filhos, que, ainda novos, já percebem o cuidado destinado a eles (pode ser vagabundo se quiser, mas não dá pra esconder isso da criançada, talquei?).


A sensibilidade dos filmes que tratam sobre a dinâmica familiar ajuda, ainda que subjetiva ou indiretamente, no exercício de quem trabalha com Direito de Família, e nada melhor que os animes para transmitir essa sensibilidade de uma forma acentuada, honesta e impactante, misturando a realidade nua e crua com muita imaginação e fantasia. Vale muito a pena!


  • Foto do escritor: Enzo Pellegrino
    Enzo Pellegrino
  • 14 de jan. de 2019
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 12 horas

Criando um filho em meio às turbulências do fim de um relacionamento



Ano de lançamento: 1979

Vencedor do Oscar de melhor filme em 1980.


Sinopse: Ted Kramer (Dustin Hoffman) é um profissional para quem o trabalho vem antes da família. Joanna (Meryl Streep), sua esposa, após 7 anos de casamento, não consegue mais suportar sua tristeza e vai embora para outra cidade para tentar se encontrar e ser alguém além de uma dona de casa, deixando para trás também o filho, Billy (Justin Henry), que fica sob os cuidados do pai.

Quando Ted consegue finalmente ajustar seu trabalho às novas responsabilidades, intensificando os laços com o filho (que passa a ser prioridade em sua vida, diga-se), Joanna reaparece exigindo a guarda da criança. Ted não aceita e os dois vão para o tribunal lutar pela custódia do garoto.


Trata-se de um filme que retrata uma situação corriqueira em nossa sociedade: a discussão entre pai e mãe sobre a custódia (guarda) do(s) filho(s). Embora a briga judicial se passe em um tribunal dos Estados Unidos, os termos são muito parecidos, cabendo a um juiz a decisão sobre quem é melhor capacitado para cuidar do menor após análise de um conjunto de fatores, tais como renda, tempo disponível, histórico de conduta, etc.


O espectador pode assistir com perfeição os vínculos que o filho tem com ambos os pais e como o atrito do casal pode refletir diretamente no comportamento e na saúde emocional da criança, que ama os dois e não deve, de maneira alguma, ser colocada em uma posição de ter que escolher apenas um deles.


Além disso, a obra mostra como pode ser pesada uma discussão judicial sobre guarda/custódia de um menor, bem como a importância de os pais evitarem a alienação parental e de terem sempre em mente o princípio do melhor interesse da criança e do adolescente, principal instituto do nosso Estatuto da Criança e do Adolescente.


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